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Abrigo pede nova análise após Justiça determinar que bebê seja devolvida aos pais

A Primeira Vara da Infância e da Juventude decidiu, nesta sexta-feira (3), que a recém-nascida encontrada sozinha em uma casa no bairro Jardim Cruzeiro, em Salvador, que está acolhida pela Organização do Orgulho Fraterno (OAF), desde então, voltará a conviver com os pais. No entanto, a bebê ainda não voltou para casa, porque a entidade acolhedora solicitou à Justiça uma análise técnica da residência da família antes do retorno.

Segundo a OAF, o diretor-presidente da instituição, Jozias Souza, sugeriu que o juiz aguardasse até segunda-feira (6), para analisar o relatório da visita técnica, também realizada nesta sexta (3), pela própria OAF em conjunto com o Conselho Tutelar de Roma. Na residência em que a recém-nascida vivia, os órgãos constataram que o local está em condições insalubres.

Ainda segundo a OAF, diante da solicitação, a Justiça realizará uma nova avaliação do caso a partir do relatório para proceder ou não com a decisão de retorno da recém-nascida para a família.

A reportagem entrou em contato com o Ministério Público da Bahia (MP-Ba) e com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-Ba), para saber mais detalhes sobre o caso, mas até a publicação desta matéria não houve retorno.

 

 

 

 

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