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Brasileira que caiu em penhasco na Indonésia estava viva horas antes do resgate, aponta médico legista

A turista brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que caiu em um penhasco de um vulcão na Indonésia, teria morrido na quarta-feira (25), segundo apontou o médico legista que fez a autópsia do corpo da jovem. As informações são da BBC News Indonésia.

“De acordo com meus cálculos, a vítima morreu na quarta-feira, 25 de junho, entre 1h e 13h [entre 14h de terça-feira (24) e 2h de quarta, pelo horário de Brasília]”, falou o médico legista Ida Bagus Alit, em entrevista à BBC.

Essa informação passada pelo médico derruba o que havia sido divulgado pela Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas), de que Juliana já estava sem vida na noite de terça-feira.

Juliana caiu no sábado (21), por volta das 6h30 da manhã, na trilha de Cemara Nunggal, uma das passagens mais desafiadoras da rota até o cume do Monte Rinjani, o segundo vulcão mais alto da Indonésia. O local da queda é conhecido pela instabilidade do terreno, forte inclinação e variações climáticas repentinas.

Pela estimativa do médico legista, a brasileira sobreviveu por quatro dias após a queda inicial. A vítima despencou de uma altura estimada de até 200 metros em direção ao lago Segara Anak.

Apesar da gravidade do acidente, imagens de drones feitas por outros escaladores indicavam que Juliana ainda estava viva logo após a queda – sentada e mexendo as mãos. Depois disso, o corpo dela ainda escorregou na montanha.

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