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Investigação sobre advogado de Adélio Bispo, autor da facada em Bolsonaro, sofre reviravolta

Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou um recurso do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra a quebra de sigilo bancário de um dos advogados de Adélio Bispo, autor da facada no ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.

A decisão foi proferida na última sexta-feira (28) e encerra definitivamente as discussões sobre o tema.

A medida surgiu após apoiadores de Bolsonaro, hoje condenado e cumprindo pena por tentativa de golpe, questionarem a origem dos recursos que financiavam a defesa de Adélio. Eles sugeriam que, por não possuir bens, o autor do ataque não teria condições de arcar com os honorários, insinuando a existência de um “mandante”. A Polícia Federal, porém, concluiu que Adélio agiu sozinho.

Os advogados que atuaram na defesa são Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa.

Segundo informações do Poder360, o relator do processo no STJ, ministro Joel Ilan Paciornik, determinou o arquivamento após o encerramento do inquérito policial relacionado ao caso. Em 10 de novembro, a OAB informou ao ministro que as investigações nas instâncias inferiores haviam sido concluídas e que o processo havia perdido o objeto.

O recurso chegou a entrar na pauta da 5ª Turma do STJ em 4 de novembro, foi adiado para o dia 11 devido à ausência do relator e, posteriormente, retirado de julgamento. Paciornik considerou o pedido prejudicado, por não haver mais investigações ativas que solicitassem a quebra de sigilo bancário. Com isso, o mérito não será apreciado pela Corte.

Fonte: BNews, 29/11/2025

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