
O ex-presidente de um dos principais conglomerados financeiros da China foi condenado nesta terça-feira à pena de morte por “corrupção e bigamia”, anunciou a justiça.
Os valores são “muito elevados e as circunstâncias particularmente graves, com uma clara intenção de delinquir”, afirma no veredicto o tribunal de Tianjin (norte).
Em janeiro de 2020, Lai fez uma confissão transmitida pelo canal público CCTV, que exibiu imagens de um apartamento de Pequim supostamente de sua propriedade, com cofres e armários repletos de dinheiro.
As imagens também mostraram carros de luxo e barras de ouro que Lai teria aceitado como suborno.
A China iniciou uma grande campanha anticorrupção em 2012, depois que o presidente Xi Jinping se tornou o líder do Partido Comunista (PCC).
Desde então, mais de 1,5 milhão de dirigentes do PCC foram punidos.



