
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) criada para investigar o esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), que lesou aposentados e pensionistas, está prevista para ser instalada nesta terça-feira, 19. No entanto, 13 dos 64 membros do colegiado ainda não foram definidos.
A comissão será composta por 16 senadores e 16 deputados federais, além de outros 32 parlamentares suplentes.
Já na questão dos suplentes, ainda não foram nomeados três senadores e cinco deputados.
A CPMI do INSS será presidida pelo senador Osmar Aziz (PSD-AM) e terá como relator o deputado federal Ricardo Ayers (Republicanos-TO).
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Carlos Viana (Podemos-MG);
- Styvenson Valentim (PSDB-RN);
- Omar Aziz (PSD-AM);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Jorge Seif (PL-SC);
- Izalci Lucas (PL-DF);
- Eduardo Girão (Novo-CE);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Tereza Cristina (PP-MS);
- Damares Alves (Republicanos-DF).
12 deputados titulares:
- Coronel Chrisóstomo (PL-RO);
- Coronel Fernanda (PL-MT);
- Adriana Ventura (Novo-SP);
- Paulo Pimenta (PT-RS);
- Alencar Santana (PT-SP);
- Sidney Leite (PSD-AM);
- Ricardo Ayres (Republicanos-TO);
- Romero Rodrigues (Podemos-PB);
- Mário Heringer (PDT-MG);
- Bruno Farias (Avante-MG);
- Marcel van Hattem (Novo-RS).
Relator não assinou requerimento
Após o anúncio da escolha para o relator da CPMI do INSS, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou por meio de um publicação no X que o deputado Ricardo Ayres não assinou o requerimento para a instalação da comissão, assim como o senador Omar Aziz.
“Se dependesse deles, essa investigação nem existiria. Agora, ambos terão de provar que não vieram para engavetar. Se essa CPMI acabar em pizza, o Brasil saberá quem foram os responsáveis”, disse o parlamentar.
Sóstenes ainda destacou que “roubar dos aposentados é crime duplo: contra o bolso e contra a dignidade”, e, na sua visão, quem não assinou para a instalação do colegiado “é cúmplice por omissão”. “O povo exige justiça e não aceitará mais um caso enterrado nos corredores de Brasília”, finalizou.
ISTOÉ, 19/08/2025



