
A Assembleia de Deus Missão em Marabá, no Pará, vive dias turbulentos após a revelação de um escândalo envolvendo o pastor Sales Batista de Souza, sua nora Luciana Salles e o filho Kennedy Salles. A polêmica ganhou repercussão nacional e culminou no afastamento imediato do líder religioso, que presidia a igreja desde 2003 e também integrava a diretoria da convenção estadual.
Afastamento
Na sexta-feira (26), a diretoria da igreja divulgou uma nota pública informando que Sales não responde mais pela presidência da instituição. O comunicado destacou que o processo de transição já está em andamento, acompanhado pela Convenção Estadual (COMIEADEPA), e convocou os fiéis para um período de oração e jejum em favor da igreja centenária. Interinamente, quem assume a presidência é o pastor Marcos Melo.
No mesmo vídeo, o influenciador também apontou que Raquel teria dúvidas sobre a paternidade da filha de Luciana: “Ela também quer saber se a filha de Lulu é de Sales ou é de Kennedy”. Ele ainda citou boatos antigos sobre a nora, afirmando que “Luciana Salles, segundo fontes, seria uma garota de programa quando foi apresentada… Gente, essa história só é babado, viu?”. Segundo Gomes, essas informações circulam entre fontes locais e foram lembradas por seguidores nas redes sociais.
Internautas relembram alerta antigo feito por profeta
Nas redes, internautas resgataram um vídeo de julho de 2024, em que o pastor Antônio Márcio teria feito um alerta à convenção do Pará: “o que estivesse escondido seria revelado”. Muitos fiéis associaram a mensagem ao escândalo atual, reforçando a ideia de que a crise já vinha sendo pressentida.
Kennedy no centro da trama
As investigações internas da Assembleia de Deus Missão em Marabá deslocaram o foco para Kennedy Salles, filho do pastor afastado Sales Batista. Fontes ouvidas por um site local, Curupira Marabá, apontam que ele teria sido o principal articulador de um plano para assumir o controle patrimonial e institucional da família e da igreja.
Conivência com o escândalo
Relatos feitos pelo site indicam que Kennedy não apenas sabia do relacionamento extraconjugal entre seu pai e sua esposa, Luciana Salles, como teria sido conivente. A estratégia seria fragilizar o pai e reorganizar o centro de poder familiar, aproveitando o escândalo para ampliar sua influência.
Disputa patrimonial e plano macabro
Ainda segundo a publicação, o objetivo central, segundo apurações, seria retirar da mãe, Raquel Viegas, o controle sobre cerca de 90% do patrimônio da família. Para consumar o plano, Kennedy teria cogitado assassinar a própria mãe e culpar o pai pelo crime, neutralizando ambos e abrindo caminho para assumir o controle absoluto.
Fontes revelaram ao site que Kennedy se enxergava como herdeiro único, ignorando a existência da irmã Kelly Raquel, que enfrenta sérios problemas de saúde após um AVC. A saída da mãe da administração patrimonial abriria espaço para que ele concentrasse poder sobre bens, empresas e estruturas ligadas à família e à igreja.
Detetive revela encontros secretos
Desconfiada das movimentações, Raquel, de acordo com o site, contratou um detetive particular. A apuração descobriu que era o próprio Kennedy quem levava Luciana para encontros com o pastor Sales Batista na residência da família. A revelação ampliou a crise e trouxe novas denúncias à liderança da igreja.

DNA e paternidade em xeque
O site reafirma a narrativa da influenciadora, destacando as suspeitas em torno da paternidade dos filhos de Luciana. A reportagem reforça que Raquel avalia a realização de exame de DNA para esclarecer se as crianças são de Kennedy ou do próprio Sales Batista. O tema é tratado com extrema cautela, devido às implicações familiares e morais.
Passado polêmico de Luciana
Segundo fontes ouvidas pelo site, Luciana teria trabalhado como garota de programa antes de ser apresentada por Sales a Kennedy. Na época, Kennedy era casado com outra mulher, de quem se separou para ficar com Luciana. Esse detalhe reforça a complexidade das apurações internas.
Silêncio da família
A reportagem tentou contato com Sales Batista, que afirmou estar doente e não quis se pronunciar. Kennedy e Luciana não atenderam às ligações, e Raquel também não foi localizada. O silêncio aumenta a tensão em torno do caso.
Líderes da Assembleia de Deus avaliam que o escândalo revela uma crise mais ampla, envolvendo disputa de poder, patrimônio e controle institucional.
Fonte: por Redação Bnews,
Publicado em 29/12/2025, às 12h46 – Atualizado às 13h26



