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Barraqueiros rebatem acusações após agressão a casal de turistas em Porto de Galinhas

Após a confusão com um casal de turistas na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco, no último sábado (27), barraqueiros se manifestaram e deram suas versões acerca do ocorrido. Os trabalhadores negaram que tenha havido qualquer tipo de cobrança abusiva ou homofobia no episódio.

“Primeiro, queria deixar claro que não existe cunho algum sobre homofobia. Não foi um caso de homofobia. Os caras estão tentando atrelar isso à história, e não foi isso […]. Aparentemente, os caras estavam embriagados”, afirmou um dos barraqueiros.

Informações iniciais davam conta que a briga teria acontecido após uma suposta cobrança indevida de serviço por parte dos trabalhadores. Sem aviso prévio, o preço de mesas e cadeiras no local teria sido aumentado de R$ 50 para R$ 80, gerando um intenso bate-boca entre as partes que terminou nas agressões.

A confusão foi registrada no perfil do influenciador Marcio Henrique. Uma das vítimas relatou ter sido agredida por cerca de 20 a 30 barraqueiros. Até o momento, 14 pessoas envolvidas na confusão foram identificadas, segundo informações divulgadas pelo governo pernambucano.

Um dos vendedores, identificado como Dinho, explicou que também foi agredido após o casal se recusar a pagar o valor acertado pelo uso das mesas e cadeiras. Os turistas, identificados como Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, que são de Mato Grosso, denunciaram o caso à Polícia Civil.

Ele [um dos clientes] me agrediu, deu um mata leão em mim. Primeiro, ele deu uma tapa no cardápio, depois eu empurrei”, afirmou Dinho.

Por meio de nota, a Associação dos Barraqueiros de Porto de Galinhas informou que está ciente do ocorrido e que atua como “órgão de representatividade da categoria, e não como órgão julgador”. A entidade reiterou que vai aguardar o desfecho das investigações para que, depois disso, possa se manifestar sobre o caso.

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