
Conhecido como “Chucky”, por conta de sua baixa estatura de 1,28 metro e pela semelhança com o personagem do clássico filme de terror “Brinquedo Assassino”, Marcelo de Jesus Silva ficou marcado nas histórias criminais na Bahia por seu retrospecto criminoso repleto de violência.
Marcelo fazia parte de um grupo de extermínio ligado ao traficante João Teixeira Leal, o “Jão”, um dos criminosos mais influentes da região de Pirajá, e atuava como seu principal aliado. Após alguns anos, Marcelo foi apontado como participante de mais de 20 homicídios, além de envolvimento com tráfico de drogas, roubos e execuções.
O grupo de extermínio liderado por Jão, formado por sete integrantes, foi capturado em março de 2007 pelo então Grupo Especial de Repressão a Crimes de Extermínio (Gerce), após denúncias e relatos de familiares das vítimas.
Durante uma operação, ao perceberem que o suspeito havia escapado, um policial comentou que “só um anão passou”, ao que outro respondeu, “o anão era o cara!”, segundo informações relatadas pelo jornal Extra.
O destino de Marcelo foi tão brutal quanto a vida que levou. Em 3 de dezembro de 2010, o homicida foi assassinado por traficantes rivais na região da Lagoa da Paixão, em Salvador.



