
O presidente da FIFA (Federação Internacional de Futebol), Gianni Infantino, defendeu neste sábado, 20, que seja imposta derrotas automáticas a clubes cujos torcedores cometam racismo.
No caso da Inglaterra, ocorrido em uma partida da segunda divisão — a chamada Championship —, os ataques racistas foram direcionados ao meio-campista anglo-jamaicano Kasey Palmer, do Coventry City, por parte de torcedores do Sheffield Wednesday.
Segundo Infantino, as medidas adotadas até aqui para o combate ao racismo são importantes, mas insuficientes. Para ele, além de interromper e abandonar a partida, os clubes cujos torcedores cometerem racismo precisa, em último caso, perder o jogo em questão.
“Além do processo de três etapas (partida interrompida, partida interrompida novamente e partida abandonada), temos que implementar a derrota automática para o time cujos torcedores cometeram racismo e causaram abandono da partida, bem como proibições mundiais de estádios, e acusações criminais para racistas”, defendeu o dirigente.
Atarde, 21/01/2024



