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A Bahia pula na folia do maior carnaval da história

Tudo converge positivamente para que se possa dizer que Salvador vive em 2024 o maior carnaval da história, na avaliação do secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar. Veja os indicadores apontados por ele:

1 — O número de voos para Salvador é 40% maior que a média normal, algo nunca registrado antes.

2 — O número de cruzeiristas, que chegam em navios, também é recorde. Só na quinta-feira, foram 11 mil, mas até terça tem dia de até 15 mil.

4 — Os vôos nos aeroportos do interior vão movimentar mais de 3 milhões de pessoas, o que acontece graças a boa conectividade aérea do Estado, melhor até que as de São Paulo e Minas.

5 — Ano passado teve carnaval, mas o povo ainda estava ressabiado com a pandemia da Covid. Hoje, a convicção de que a vacina funcionou mesmo é uma tese plenamente consolidada.

Diversidade —Ele diz que a isso se soma o número de reservas feitas em hotéis e pousadas e também o de pacotes vendidos. Na Bahia, 87 municípios realizam o carnaval, também com expressões culturais bastante distintas. Segundo Maurício, Salvador, por exemplo, só para dar uma ideia, oferece uma diversidade cultural que abrange todos os gostos dos visitantes.

Ele observa que não dá para medir, por exemplo, o pessoal que se locomove nos Portais da PM, porque muitos turistas ficam ou moram em áreas dos circuitos da folia, como o Pelourinho e o circuito Barra-Ondina. Como também não dá para contabilizar o próprio baiano que se desloca de uma cidade para outra, o que também dá um grande volume, mas no conjunto, no somatório de todos os ingredientes, dá para garantir sem dúvidas.

— Esse é realmente o maior carnaval da história baiana. Tudo está a favor.

Grana —A projeção do dinheiro de fora que vai entrar no Estado durante a folia também é recorde: algo em torno de R$ 6,6 bilhões, uma fábula de dinheiro.

O point carnavalesco mais procurado do Brasil é o Rio de Janeiro, depois Salvador, mas os baianos têm a vantagem de encantar e quem vem uma vez, sempre volta.

É o caso do empresário Jonhatan Gilmário, 50 anos, que é de São Paulo, já curtiu o desfile das escolas de samba de lá, o do Rio de Janeiro e também o Galo da Madrugada em Recife e Olinda.

— Aqui nós também fazemos a festa, a gente se sente dentro da gandaia.

— Bom é assim, quando todo mundo fica bem.

 

 

 

 

 

Atarde, 11/02/2024

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