
“Fui informado, e informei ao ministro (Ricardo) Lewandowski depois, e reiterei, que informou ao presidente Lula, e também Mauro Vieira, que acionou a missão diplomática na Bolívia”, contou Andrei Rodrigues durante uma coletiva de imprensa realizada no auditório do Edifício-Sede da PF, em Brasília.
Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta e apontado como a maior liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi preso pela Polícia Federal (PF) em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, nessa sexta-feira, 16. Antes de atuar na facção, Tuta foi adido comercial no Consulado de Moçambique em Minas Gerais, entre 2018 e 2019.
De acordo com o chefe da PF, o líder do PCC “tentava renovar o registro de estrangeiro na Bolívia, com documento brasileiro falso”.
“O escritório da Interpol em BSB foi acionado, dentro da diretoria de cooperação internacional da PF. Acionada parta checar as bases de dados e informar com precisão a Policia Boliviana”, informou o diretor.
Andrei Rodrigues detalhou ainda, que o próximo passo das investigações vai ser aguardar as autoridades bolivianas. “A expectativa é de que ocorra a expulsão imediata ou um processo regular de extradição, mas isso é dentro da soberania e do processo do outro país”. finalizou.



