
Quinze investigados pela Justiça de São Paulo por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC) são sócios de 251 postos de combustíveis em quatro estados do país, a maioria em São Paulo. A maioria dos postos (233) fica em São Paulo, principalmente na Grande SP e na Baixada Santista. Outros 15 estão em Goiás, 1 em Minas Gerais e 2 no Paraná.
As distribuidoras de combustíveis reforçaram que não compactuam com irregularidades. A Ipiranga disse que atua contra o mercado ilegal e pediu acesso ao inquérito. A Rodoil afirmou que já rescindiu contratos com postos sob suspeita. A Vibra (marca Petrobras) destacou auditorias rigorosas e informou ter desligado mais de 100 estabelecimentos em São Paulo nos últimos dois anos. Já a Raízen (Shell) declarou que apura os relatos e tomará as medidas cabíveis.
O Ministério Público de São Paulo não informou se todos os 251 postos estão sob investigação, alegando sigilo. A Receita Federal afirmou que mais de mil estabelecimentos chegaram a ser utilizados pelo esquema criminoso, mas não divulgou a lista.
Fonte: Correio da Bahia, 04/10/2025



