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Mãe lutou para filha cega ingressar na Universidade federal do Piauí (UFPI)

A história de Maria Gabriella, 18 anos, ganhou repercussão na internet durante os últimos dias. Primeiro, devido à nota 940 que obteve na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), depois pela aprovação em direito na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Mas também, por ser cega.

O impacto com a chegada de Maria Gabriella

 

Quando Maria Gabriella nasceu, a família notou que poderia haver algo com a visão da menina, mas não sabia a causa. Com o auxílio de amigos e parentes, ela foi levada a um especialista e teve o primeiro diagnóstico, que apontava apenas o problema na córnea. Após visita a outros médicos, foi dado o diagnóstico de glaucoma congênito. Maria também tem a retina atrofiada, além da córnea opaca.

“Foi difícil até chegar na aceitação e entender que, mesmo tendo a deficiência, ela poderia ter uma vida normal e poderia estudar. Foi muito difícil, até porque eu moro no interior e a percepção que as pessoas tinham de pessoas com deficiência aqui era muito negativa”, relata Joana. A família vive no povoado Baixio, zona rural, que fica a 37 km do município de Pimenteiras (PI) e a 260 km da capital Teresina.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Correio Braziliense, 26/04/2021

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