
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) elaborou nesta semana um documento com as diretrizes do grupo para 2023 e fala em ocupar terras como forma de garantir a implementação de uma reforma agrária popular.
“Viva a luta por Reforma Agrária Popular! Viva o direito legítimo dos povos em ocupar os latifúndios e romper as cercas da destruição. Seguiremos pisando ligeiro, rumo aos 40 anos do MST!”, diz o movimento.
No documento aprovado nesta semana, o MST também celebra a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022 e sugere que o mandato do petista pode facilitar as ações dos sem-terra.
“As forças populares, que deram a vitória a Lula defendem um projeto popular de país, que enfrente a exploração, a opressão, a exclusão, a fome, a negação de direitos, a concentração de terra, a destruição ambiental e o envenenamento da natureza, dos alimentos, das águas e das pessoas”, diz o grupo.
O movimento fala, ainda, em “acumular forças no próximo período, através da articulação entre as organizações populares do campo e da cidade, exercitando a solidariedade de classe e a unidade na luta, entendendo que sem organização, formação e mobilização popular não haverá nenhuma mudança verdadeira no país”.
R7, 29/01/2023



