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Novo ministro da saúde Queiroga, defende ciência e uso de máscara contra covid-19

Segundo Queiroga, o Brasil enfrenta uma nova onda da pandemia do novo coronavírus, com muitas mortes , muita gente sendo levada para UTIs e muitos casos de síndrome respiratórias agudas. Ele destacou que a agenda para enfrentar “essa doença miserável” está dada, mas é possível ampliá-la com por meio de uma união nacional, sempre levando as melhores evidências científicas.

O novo ministro não falou sobre lockdown, mas indicou que, se as medidas necessárias não contiverem a disseminação da covid-19, será necessário adotar ações mais duras, que podem ter impacto na economia. Ele disse que objetivo é evitar que se prejudique a economia, que deve continuar funcionando, criando empregos.

Queiroga, em seu primeiro pronunciamento público, tentou mostrar uma certa diferença de pensamento em relação ao general Eduardo Pazuello, demitido por Jair Bolsonaro. Como médico, defendeu medidas que o Palácio do Planalto insiste em desmoralizar, como o uso de máscaras.

Segundo o novo ministro, já estão garantidas quase 500 milhões de doses de vacinas para a imunização em massa da população. Ele disse lamentar que tantas famílias tenham perdidos entes queridos para a covid. “O momento é de união”, frisou, ressaltando que buscará uma aliança com todos os secretários municipais de saúde e com todos os secretários estaduais da área.

Para Queiroga, é preciso ressaltar o importante papel do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem sido fundamental no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. “O SUS é um grande ativo do país, que deverá ser fortalecido”, afirmou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Correio Braziliense, 16/03/2021

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