
O Pumas, do México, quer que Daniel Alves, preso preventivamente na Espanha, pague uma indenização de 5 milhões de dólares (cerca de R$ 25,5 milhões). A equipe alega que o lateral, que é acusado de agressão sexual, infringiu os termos de comportamento previstos no contrato assinado por ele mesmo em julho de 2022.
No dia 20 de janeiro, mesma data em que a prisão preventiva do brasileiro foi decretada na Espanha, a diretoria do clube mexicano enviou um e-mail a Daniel Alves comunicando a rescisão do contrato e o notificando sobre o pedido de indenização. A demissão, por justa causa, foi anunciada no mesmo dia pelo presidente do clube, Leopoldo Silva.
”Devido a gravíssimos descumprimentos do jogador, nos termos dispostos nas cláusulas décima quarta e décima quinta do contrato, o jogador está de forma irremediável obrigado a ressarcir o clube com o pagamento da indenização prevista na cláusula décima quinta do contrato, na quantia de US$ 5.000.000 (cinco milhões de dólares americanos), líquidos, ou seja, livres de qualquer imposto ou retenção”, diz o Pumas.
Daniel Alves chegou ao Pumas em julho do ano passado. Ele fez apenas 13 jogos pelo time, com quatro assistências e sem gols marcados.
A última vez que o lateral entrou em campo foi no dia 8 de janeiro, quando a Justiça Espanhola já havia aberto um procedimento para investigá-lo. Ele atuou por 45 minutos e deu passe para gol na vitória por 2×1 sobre o Juárez, pelo torneio Clausura.



