
A Rússia anunciou nesta terça-feira (15) sanções contra o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vários altos funcionários americanos, incluindo o secretário de Estado Antony Blinken, e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, em resposta às medidas punitivas de Washington contra Moscou pela situação na Ucrânia.
Essa medida “é a consequência inevitável do caminho extremamente russofóbico que o atual governo americano está seguindo”, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em comunicado.
No total, 13 personalidades americanas são alvo dessas sanções, cuja natureza exata não foi especificada.
Em resposta à intervenção militar da Rússia na Ucrânia, os Estados Unidos proibiram a entrada do presidente russo Vladimir Putin e de seu ministro das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, e implementaram uma série de sanções econômicas.
A Rússia também pôs o presidente do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, o conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan, o diretor da CIA William Burns e a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em sua lista de sanções.
A Rússia também proíbe a entrada do filho de Biden, Hunter, e da ex-secretária de Estado e ex-candidata presidencial democrata Hillary Clinton.
Em uma declaração separada, o ministério russo anunciou que havia imposto sanções contra 313 canadenses, incluindo Trudeau e vários de seus ministros.
O Ministério das Relações Exteriores advertiu que a Rússia em breve anunciará sanções contra funcionários, militares, legisladores, empresários e figuras da mídia dos Estados Unidos consideradas “russofóbicas”.
A diplomacia russa assegurou que mantém “relações oficiais [com os Estados Unidos], quando isso coincide com nosso interesse nacional”.
Fonte: R7, 15/03/2022



