
Ao menos duas das seis trocas de ministros feitas ontem (29) pelo presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) têm o objetivo de melhorar a sua relação com o Centrão e aumentar a influência junto aos quartéis militares. As informações são do portal G1.
A deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), que substitui Luiz Eduardo Ramos na Secretaria do Governo, tem o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Ela passa a ser responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. De acordo com o blog de Andréia Sadi, do portal G1, a sua atuação terá a finalidade de reduzir as tensões entre o governo federal e a Câmara.
Já a vinda do general Walter Souza Braga Netto, no lugar do até então ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, preocupa integrantes da ativa e da reserva das Forças Armadas. Eles acreditam que a troca significa uma maior influência de Bolsonaro nos quartéis.
Foram feitas mudanças em seis ministérios ontem (29): no da Defesa; das Relações Exteriores; da Justiça; na Casa Civil; na Advocacia Geral da União (AGU); e na Secretaria de Governo.
Fonte: Metro1, 30/03/2021



