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Viúva do músico Paulinho da banda Roupa Nova entra na Justiça por herança

O músico Paulinho, da banda Roupa Nova, morreu há cerca de um mês e já há polêmica envolvendo o seu nome. Elaine Soares Bastos, de 52 anos, que era companheira do vocalista, entrou na Justiça para solicitar o reconhecimento de união estável com Paulinho.

Os filhos por parte do falecido, Twigg de Souza Santos e  Pedro Castor dos Santos, não teriam incluído a psicóloga no inventário sobre a questão da divisão de bens do vocalista. “Soube que eles abriram o inventário logo depois da morte do pai, no dia 16 de dezembro, na 7ª Vara da Comarca da capital, e não me incluíram. Desde o início, queria fazer tudo de forma consensual, não queria, nem quero, briga nem confusão. Vivi durante 16 anos com o Paulinho uma vida marital. Nosso acervo de fotos de viagens já mostra. A vida do Paulinho era eu e ele era a minha vida. Ele era totalmente dependente emocionalmente de mim e eu também dele”, comentou ao portal Grande Tijuca.

A ex-companheira disse, também, que sempre foi apaixonada por Paulinho e que já deu entrada no INSS para ter direito à pensão. “O que estou fazendo é uma regulamentação de união estável, mas os filhos dele estão dificultando porque querem que eu vá para a rua, virar mendiga”, afirmou. Ela comentou que após a morte do cantor, está vivendo à base de remédios psiquiátricos e que atualmente só sai de casa para ir ao psiquiatra e retornar.

“O Paulinho começou com o linfoma em 2017. Em agosto do ano passado, foi internado no CHN (hospital em Niterói) para fazer o transplante. Fiquei 33 dias com ele no hospital. Quando ele teve alta, pegou Covid-19. E eu também. A maior preocupação dele era como ia ficar o meu padrão de vida, ele queria montar algo para mim. Fiquei muito surpresa por não ter sido incluída no inventário porque não esperava. Fiquei 16 anos casada com ele. Estou vivendo o meu luto”, comentou emocionada.

A filha, Tiwgg, disse à revista Quem, que a alegação da viúva é falsa e que tentou conversar por diversas vezes com Elaine após a morte do pai, mas nunca conseguiu. “Meu irmão e eu abrimos o inventário do meu pai porque somos herdeiros legítimos. Ontem soube que ela deu uma entrevista para o portal ‘Grande Tijuca’ e disse que nós mal esperamos o velório do meu pai para já darmos entrada no inventário. Nós abrimos o inventário como qualquer filho faria, independente do que o pai faz. Não existe essa história de deixá-la de fora, de não lembrar dela. A partir do momento que ela tiver direito, ela vai estar no processo. Ela entrou na Justiça contra meu irmão e eu para solicitar o reconhecimento de união estável após a morte do meu pai. Eu nunca quis brigar, só quero paz”, explicou.

O advogado dos filhos, Marco Antonio Santiago, comentou que Twigg e Pedro tentaram por diversas vezes fazer reuniões para discutir sobre as burocracias decorrentes da morte, assim como a certidão de óbito, inventário, até custas com advogados, mas Eliane afirmava que não estava bem para ter este tipo de conversa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: BNews, 19/01/2021

 

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