
Processo protocolado na 5ª Vara Cível de Brasília cobra uma dívida de mais de R$ 60 mil do advogado Mauro Paciornik, filho do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Joel Ilan Pacionik. De acordo com os autos, Mauro teria abandonado o apartamento com móveis e eletrodomésticos danificados após agredir uma mulher no local. Além disso, o advogado não teria pago o aluguel e as taxas condominiais durante quatro meses.
Em dezembro, após quatro meses de atraso, os locatários descobriram que Mauro não morava mais no local. O motivo: uma medida protetiva expedida pela Justiça contra o filho do ministro após ele ter agredido uma mulher dentro do imóvel. A vítima continuava vivendo no apartamento mesmo com a energia cortada por falta de pagamento.
Já Mauro afirmou em suas declarações que o relacionamento era conturbado justamente pelo fato de ela exercer a função de “garota de programa”. Mauro alegou ter repassado mais de R$ 100 mil a ela sob a promessa de que manteriam uma relação exclusiva. A agressão teria ocorrido no momento em que Mauro descobriu que ela estaria exercendo a atividade às escondidas.
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Mauro se manifestou no processo questionando o valor cobrado pelos locatários. Uma das cobranças que ele questiona trata de uma multa por sublocação, já que quem morava no imóvel no momento da desocupação não era ele, que havia assinado o contrato, mas a mulher agredida por ele. Nos autos, Mauro afirma que o seu afastamento se deu de forma “involuntária em razão de determinação Judicial”.
A coluna tentou entrar em contato com Mauro, mas não obteve retorno. Procurado, o gabinete do ministro Joel Ilan Pacionik também não respondeu. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.



