
As cinco desembargadoras do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), afastadas dos cargos por serem alvos de investigação da Operação Faroeste, que investiga a venda de sentenças no oeste baiano, seguem recebendo altos salários do judiciário. A totalização dos vencimentos das cinco chegam a $ 126 mil somente nos cinco meses deste ano.
Outras desembargadoras, como Ilona Márcia Reis, Lígia Maria Ramos Cunha Lima e Maria do Socorro Barreto Santiago, receberam o mesmos valores no mesmo período.
Quem também ainda recebe altos valores é a desembargadora Dinalva Laranjeira Gomes, que foi citada em delação premiada por uma das colegas de Corte, Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, com vencimentos mais altos que as anteriores, em R$ 65.504,95 em janeiro, R$ 38.282,31 em fevereiro, R$ 38.282,31 março e R$ 115.810, 94 em abril.
O subsídio base dos desembargadores, em 2023, é de R$ 37.589,95. Acrescidos a esse valor estão direitos pessoais e individuais, e indenizações.
Atarde, 30/05/2023



