
As cachaças de alambique produzidas no Brasil passarão a contar com um selo de origem e autenticidade, desenvolvido pela Associação Nacional da Cachaça de Alambique (Anpaq), a ser implementado no início de 2026. A medida busca aumentar a rastreabilidade do produto, dando mais segurança ao consumidor diante de casos recentes de contaminação por metanol.
Segundo o Ministério da Saúde, atualizado em sexta-feira (10), já foram confirmados 29 casos de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas no país, um aumento de cinco registros em relação ao balanço anterior divulgado na quarta-feira (8).
Ainda estão em investigação 217 ocorrências, enquanto 249 casos foram descartados. Até o momento, o número de óbitos permanece em cinco, todos registrados em São Paulo.
O novo selo da Anpaq se soma ao selo já existente que atesta a origem da bebida, mas a atualização busca garantir ainda mais confiança ao consumidor e maior controle sobre a produção das cachaças de alambique.
Voz da Bahia, 14/10/2025



