
A pastora Rhavenna Barcelos de Almeida foi presa preventivamente, nesta quinta-feira (16), no Mato Grosso, acusada de usar um projeto religioso para dar apoio operacional e financeiro ao Comando Vermelho, principal facção do Rio de Janeiro. A suspeita integrava o projeto Resgatando Vidas, que desenvolvia atividades junto a detentos da Penitenciária Central do Estado (PCE).
De acordo com as investigações o projeto religioso era usado para manter comunicação com lideranças da organização crimonosa, além de facilitar a aproximação com presos, transmitir recados, intermediar contatos entre internos e pessoas em liberdade.
Os pais de Rhavenna, identicados como Nivaldo de Almeida e Orminda Carlos de Barcelos Almeida também são pastores e viraram alvo da Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil e vão responder, junto com a filha missionária por organização criminosa, corrupção de menor, tortura e lavagem de dinheiro.
Durante a operação a análise de dados obtidos com autorização judicial revelou fotografias, vídeos, conversas e registros financeiros que comprometem a família, além de ligações telefônicas com detentos, troca de mensagens entre presos e pessoas em liberdade, contato frequente com lideranças da organização criminosa.
As investigações continuam em curso para identificar o envolvimento dos suspeitos de forma individual, além de identificar outros possíveis membros da organização criminosa.
Fonte: por Mariana Cedrim/Bnews,
Publicado em 16/07/2026, às 18h11



