
A Polícia Civil informou, na manhã deste sábado (14), que prendeu o suspeito de invadir uma escola em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Imagens de circuito de segurança mostram o assaltante armado com uma espingarda.
O crime aconteceu na Escola Municipal Colibri, localizada no centro da cidade e a menos 100 metros de um batalhão da Polícia Militar (PM). Na ação, foram levados vários pertences de funcionários e professores.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito, de 18 anos, foi encontrado depois de uma série de levantamentos da equipe de investigadores nos pontos em que costumava frequentar.
A prisão preventiva foi pedida à Justiça, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira (13). De acordo com a polícia, no momento da prisão, ele fumava um cigarro de maconha.
Com ele, foi apreendida a camisa que usa por baixo do casaco quando invadiu a escola e rendeu as funcionárias sob a mira da espingarda.
No momento do assalto, não havia alunos na escola. As aulas presenciais não voltaram na instituição, que tem o ensino voltado para crianças com algum tipo de deficiência.
Cena de filme’
Segundo uma das professoras, que estava na escola no momento do assalto, o suspeito entrou no prédio “tranquilamente“. Ela pediu para não ser identificada.
Segundo a vítima, o homem levou celulares e cerca de R$100. Ele conseguiu fugir.
PM diz que vai aumentar patrulhamento
A Polícia Militar disse que três professoras tiveram seus pertences levados e, antes de fugir, o criminoso “fez ameaças às vítimas para que estas não acionassem a polícia”.
A Secretaria Municipal de Educação de Caeté disse que “todas as escolas sob responsabilidade da Prefeitura Municipal de Caeté contam com monitoramento em tempo real e, justamente por isso, rapidamente foi possível acionar a Polícia Militar, que possui um pelotão há cerca de 200 metros do local, e ceder as imagens do momento do assalto.”
A secretaria informou também que, “felizmente, foram levados apenas alguns pertences das servidoras, não sofrendo nenhuma delas agressões ou complicações de saúde após o incidente.”
A prefeitura explicou que as escolas que permanecem fechadas ou se encontram em locais mais afastados da cidade, “contam com vigias dia e noite, além do monitoramento por câmeras”.
Fonte: G1, 14/08/2021



