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Após derrota nas urnas, 168 deputados e 21 senadores ficam sem mandato

O resultado do 1º turno das eleições — com ampla renovação e avanço da direita no Legislativo — frustrou planos de senadores e deputados federais que disputavam cargos eletivos. Levantamento da coluna aponta que 168 deputados e 21 senadores estavam no páreo, mas não conseguiram se eleger e ficaram sem mandato.

No Senado, a maior parte dos postulantes derrotados tentou novo mandato na Casa Alta. Esse é o caso de Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo Lula no Congresso Nacional, que terminou na 3º posição. As duas vagas ficaram para Rayssa Furlan (Pode-AP) e Lucas Barreto (PSD-AP).

Outro caso emblemático é do senador Renan Calheiros (MDB), que após 22 anos perdeu eleição pelo estado de Alagoas.

O levantamento, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, considera os deputados e senadores em exercício neste momento – portanto, inclui os suplentes que estejam nas vagas em eventual ausência do titular.

Como mostrou a coluna, o Partido Liberal (PL), de Jair Bolsonaro e do presidenciável Flávio Bolsonaro, garantiu 121 cadeiras na Câmara dos Deputados. Por outro lado, siglas do Centrão perderam tamanho.

 

 

 

 

 

 

06/10/2026 04:00, atualizado 06/10/2026 07:25
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