
O ex-policial militar Élcio de Queiroz acredita que a morte do motorista Anderson Gomes foi “um efeito colateral” da ação destinada para assassinar a vereadora Marielle Franco, mortos em março de 2018. Durante depoimento à Polícia Federal (PF), em delação premiada, Élcio afirmou que o homicídio do motorista não teria sido proposital.
De acordo com o testemunho, o ex-militar disse que achou que o motorista e a assessora Fernanda Chagas tinham saído ilesos do ataque. Conforme Élcio, ao término dos disparos, questionou sobre a assessora, ao que Ronie [Lessa] teria respondido: “Fica tranquilo”.
Queiroz confirmou, nesta segunda-feira, 24, que o ex-policial militar reformado Ronnie Lessa matou a vereadora Marielle Franco. Também nesta segunda, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, foi preso durante a Operação Élpis deflagrada pela PF e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), por ter participação do crime.



