
O Conjunto Penal de Irecê, no centro-norte baiano, foi alvo de uma operação contra o crime organizado, na segunda-feira (30). Mesmo presos, os detentos vendiam drogas e praticavam extorsão contra familiares de outros presos. As vítimas eram obrigadas a pagar até R$ 10 mil aos criminosos.

A operação Lockdown foi realizada pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) do município, com apoio da Delegacia Territorial (DT/Irecê) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Chapada), vinculado à 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê).
Em janeiro deste ano, um documento com regras de convivência e ordens internas para os presos do Conjunto Penal de Irecê foi apreendido na unidade. No documento, escrito a mão em duas folhas de papel, constam normas que deveriam ser seguidas por todos os internos, como a proibição de roubo dentro do pavilhão, o silêncio a partir de determinado horário e até o dia específico para a masturbação.
Fonte: Correio da Bahia, 31/03/2026



