
A defesa do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), enviou neste sábado (26) para a Justiça Eleitoral uma queixa-crime contra George Marques da Silva, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
No documento, os advogados do presidenciável pedem a prisão preventiva e busca e apreensão contra George.
A campanha do presidenciável já desmentiu o boato, que afirmava que Flávio apoiaria um projeto para retirar de Nossa Senhora o título de padroeira do Brasil.
Na queixa-crime, a defesa de Flávio incluiu o print de um texto no X, antigo Twitter, que foi repostado por George Marques que dizia:
Na denúncia, a defesa de Flávio diz que o servidor difundiu “com todas as letras, a ordem para que a retratação deixasse de circular para que a mentira continuasse sendo propagada”.
Além disso, os advogados afirmam que a conduta do servidor pode ser enquadrada em três crimes: divulgação de fatos sabidamente inverídicos durante a campanha eleitoral, incitação ao crime e associação criminosa.
Fonte: por Eduardo Costa/Bnews,
Publicado em 26/09/2026, às 14h25



