
As medidas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes contra o advogado Willer Tomaz incluem a indisponibilidade da mansão que o amigo de Flávio Bolsonaro (PL) disputa com o atacante Richarlison – o jogador alega que o imóvel foi “tomado” dele por Willer.
De acordo com o documento, a indisponibilidade foi incluída na Central de Indisponibilidade de Bens (CNIB) na segunda-feira da semana passada, dia 26 de outubro, e averbada pelo cartório de registros de Angra na quarta.
Flávio Bolsonaro, que teria sido usuário master da conta bancária de uma das empresas de Willer e tinha despesas pagas pelo advogado, também é investigado neste inquérito – foi no âmbito dele a decisão, também de Moraes, que determinou que o senador entregasse seus passaportes.



