
A prisão dos generais está relacionada às investigações sobre a tentativa de golpe de Estado para impedir a posse do presidente Lula. A Polícia Federal havia pedido a prisão preventiva, que foi autorizada por Moraes após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.
A defesa de Braga Netto considerou a decisão “previsível”, afirmou o advogado José Luis Oliveira Lima. “Não há absolutamente nenhuma prova que justifique a prisão”, acrescentou. Já a Procuradoria-Geral da República sustentou que o general da reserva ainda mantém ascendência sobre demais investigados devido ao seu cargo.
As decisões foram proferidas nos dias 24 e 26 de dezembro, respectivamente para Braga Netto e Mário Fernandes.
Atarde, 26/12/2024



