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“Operação Alba”: aliado de Trump explica qual é o plano com Flávio nos EUA

O advogado mexicano Simón Levy, que se apresenta como aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) deverá liderar a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir dos Estados Unidos.

“Flávio Bolsonaro está deixando o Brasil e, segundo minhas fontes, liderará a resistência a partir dos Estados Unidos”, escreveu Levy. Em outra publicação, nesta terça-feira (27/10), ele afirmou que o senador já havia chegado aos EUA e que uma operação americana estaria em andamento para garantir sua segurança.

 

O mexicano também atribuiu ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, a articulação da suposta operação. “O cérebro por trás dessa operação é o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio”, declarou nas redes sociais.

O aliado do presidente republicano afirmou ainda que o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) chegou em segurança aos Estados Unidos. “Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos”, escreveu em uma publicação no X, por volta das 15h20.

Pressão econômica sobre o Brasil

No artigo, Levy sustenta que a atuação norte-americana na região deve se intensificar após a vitória de Lula nas eleições brasileiras. O presidente foi reeleito e comandará o Executivo pela quarta vez.

Levy cita Venezuela, Cuba e México como países que também estariam no centro da estratégia de Washington e afirma que o Brasil seria pressionado por meio de sua economia. “Washington está intensificando suas ações na Venezuela, em Cuba e no México, e apertando o Brasil onde mais dói: no bolso”, escreveu.

A publicação apresenta a disputa como parte de um cenário regional em que os Estados Unidos tentariam ampliar sua influência sobre governos latino-americanos.

Ele também argumenta que a direita mantém força no Congresso Nacional, apesar da derrota na disputa presidencial.

Resistência nos Estados Unidos

Levy relaciona a suposta ida de Flávio aos EUA à continuidade da oposição ao governo Lula. O artigo menciona uma declaração atribuída ao senador, segundo a qual ele organizaria a resistência política após o resultado eleitoral.

A publicação também sustenta que a direita brasileira preservou influência institucional e que esse cenário poderia limitar a capacidade de governabilidade de Lula.

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