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Quem é Priscila Costa, pivô da briga entre Flávio e Michelle

A deputada federal Priscila Costa (PL-CE) está no centro do conflito entre o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). No vídeo publicado nas redes sociais, na quarta-feira (24/6), Michelle alega que foi maltratada pelo enteado por querer lançar Priscila como candidata ao Senado.

De acordo com Michelle, ela e Flávio divergiram sobre o palanque no Ceará. Enquanto Michelle apoia a pré-candidatura de Priscila ao Senado pelo Ceará, Flávio apoia o deputado estadual Alcides Fernandes (PL). O nome dele também é endossado pelo diretório regional, que quer lançar ele na chapa de Ciro Gomes. Alcides é pai de André Fernandes, presidente estadual do PL.

“Em 2026 serão 54 vagas para o Senado Federal. Se aplicarmos a regra dos 30% para candidaturas femininas, teríamos direito a 17 vagas para mulheres no partido. Eu pedi apenas três. Priscila Costa, Carol de Toni e Bia Kicis. Três vagas de 17 que poderíamos ter e tem sido uma batalha diária para manter essas três”, afirmou Michelle.

A ex-primeira-dama também não concorda com uma composição de chapa com Ciro Gomes (PSDB) já no primeiro turno da disputa estadual. Ela defende que a direita apoie a pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do estado.

Após a publicação do vídeo, Flávio negou ter desrespeitado Michelle. “Nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai”, afirmou pelas redes sociais.

Nesta quinta-feira (25/6), Flávio voltou a pedir desculpas a Michelle. Dessa vez, em um vídeo. Na publicação, o parlamentar repetiu o tom da nota e afirmou que “jamais” desrespeitou ou maltratou mulheres e não o faria com a esposa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Também na quinta-feira (25/6), Michelle voltou a comentar o episódio. Em postagem nas redes sociais, Michelle negou qualquer “briga” ou “competição”, reforçando que os dois vão “trabalhar juntos para derrotar” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Para ficar claro: eu não tenho raiva de ninguém. Apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada. Vamos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno”, disse.

 

 

 

 

 

 

26/06/2026 05:57, atualizado 26/06/2026 08:35
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