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Réus pela morte de Sara Freitas vão a júri popular

A Justiça baiana determinou, na manhã desta terça-feira, 20, que os quatro suspeitos de envolvimento na morte da pastora Sara Freitas irão à júri popular. No entanto, não se sabe ainda quando ocorrerá o julgamento.

Ao Portal A TARDE, o advogado da família de Sara, Rogério Matos, informou ainda que a Justiça também negou a liberdade provisória solicitada pela defesa dos suspeitos e decidiu pela permanência da prisão de Ederlan Mariano, Gideão Duarte, Victor Gabriel e Bispo Zadoque.

Os quatro estão detidos no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

Relembre o caso e a participação dos envolvidos

Na ocasião, o próprio marido dela, Ederlan Mariano, denunciou o desaparecimento, dizendo que Sara tinha o costume de participar de vários eventos religiosos. Ele foi ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar queixa na manhã do dia 26.

O corpo de Sara foi encontrado carbonizado às margens da BA-093, na altura de Dias D’Ávila, na tarde do dia 27, uma sexta-feira. O marido reconheceu os restos mortais da vítima.

Ao longo das investigações, foi concluído que:

– Ederlan Mariano encomendou o crime;

– Victor Gabriel auxiliou segurando a vítima;

– Bispo Zadoque a esfaqueou

Atarde, 20/08/2024
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